Cequip

Silagem para seca no Ceará: a corrida para garantir comida ao rebanho

Conteúdo patrocinado · Cequip No fim da tarde, a lavoura de milho que o gado não vai comer agora vira reserva para os meses difíceis. Primeiro, o produtor corta a planta, pica e leva ao silo. Em seguida, compacta o material e cobre tudo com lona de dupla face. Por fim, joga uma camada de […]

Seca à vista: a corrida para guardar comida para o rebanho no Ceará

Conteúdo patrocinado · Cequip

No fim da tarde, a lavoura de milho que o gado não vai comer agora vira reserva para os meses difíceis. Primeiro, o produtor corta a planta, pica e leva ao silo. Em seguida, compacta o material e cobre tudo com lona de dupla face. Por fim, joga uma camada de terra por cima para expulsar todo o ar. Esse é o caminho da silagem para seca no Ceará e, desse modo, o pecuarista cearense se prepara para atravessar a estiagem.

El Niño antecipa a corrida

Neste ano, porém, essa corrida começou mais cedo. Isso porque a previsão aponta temperaturas mais altas e menos chuva por causa do El Niño. Por isso, a silagem para seca no Ceará virou prioridade, e os pecuaristas passaram a reforçar o estoque de alimento para o gado. Assim, a estratégia é guardar forragem com antecedência para garantir a alimentação do rebanho quando o pasto diminuir.

Por que o tempo é tudo na silagem

Silagem tem hora certa. Afinal, se o milho ou o sorgo passam do ponto, o alimento perde qualidade. Além disso, se a compactação demora, entra ar e o material estraga. Por isso, a janela entre o corte e o fechamento do silo é curta. Em muitas propriedades, portanto, a diferença entre fazer a reserva do ano e perder parte dela está na máquina disponível na hora certa: o trator, a ensiladeira, a carreta.

O peso da conta para o pequeno produtor

Para o pequeno produtor, aliás, a conta é ainda mais apertada. Com mão de obra da própria família e área limitada, cada dia conta. Nesse cenário, mecanizar a silagem significa fazer mais em menos tempo e, consequentemente, guardar mais comida para o gado.

Onde a Cequip entra

Fundada em 1969, a Cequip começou como concessionária de tratores e implementos agrícolas. Com o tempo, passou a oferecer também peças e assistência técnica especializada. Hoje, o portfólio inclui máquinas agrícolas e de construção, locação de veículos pesados, distribuição de pneus, lubrificantes e baterias, além de serviços de pós-venda.

Nesse momento, a presença no interior faz diferença. Fora de Fortaleza e Itaitinga, a empresa também tem lojas em Crato e em Tianguá. Dessa forma, aproxima o atendimento das regiões do Cariri e da Serra da Ibiapaba, onde a pecuária tem peso grande.

Silagem para seca no Ceará: o que muda para quem se antecipa

Quem se prepara agora atravessa os meses secos sem vender animais às pressas nem comprar alimento caro de fora. Por outro lado, quem deixa para depois disputa máquina, serviço e insumo com todo mundo ao mesmo tempo. Afinal, a estiagem não é novidade para o sertanejo. O que muda, portanto, é a capacidade de estar pronto antes dela chegar.

O pecuarista cearense sabe ler o céu. Então, quando o céu avisa que a chuva vai faltar, a resposta está no silo cheio.

O Portal AgroRaiz produziu este conteúdo em parceria com a Cequip.

fique por dentro

Inscreva-se para receber atualizações